Justo Agora


UM SONHO POSSÍVEL

UM SONHO POSSÍVEL

(The Blind Side - EUA - 2009)

Preconceito é uma droga.

Assisti o filme cheio de prevenção, achando que era mais um filme sobre superação.

Mais um na vereda do esporte como redenção.

Estava enganado.

Felizmente enganado.

O filme é muito bom.

Mereceu a indicação ao Oscar de melhor filme.

E Sandra Bulock mereceu o Oscar de melhor atriz.

A estória - ou história - é bonita, bem trançada, o elenco está bem e a gente sai com satisfação estética no final.

Como disse Isabela Boscov da Veja na sua crítica, um amontoado de clichês que dá certo graças à atuação impecável da protagonista.

Vale a pena.

Trailer:

 

 



Escrito por José Rollemberg às 18h58
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




MADELEINE PEYROUX, O SHOW

Muito bom.

Achei, porém, pouco produzido.

A banda dela é excelente.

A qualidade da música é de estarrecer.

Mas faltou produção.

O estilo minimal da produção do palco e o jeitão cantora de barzinho dela deram ao show um acanhamento que ele não merecia.

Nem ela.

Ela, é verdade, além de se esforçar em ser simpática - e foi, sinceramente, muito simpática - falando em português, ensaiava uma comunicação com a plateia.

Mas, apesar disso, o show foi frio.

É possível, contudo, que tenha sido uma impressão minha.

Não estou acostumado com shows  de jazz/blues.

(Ela definiu a sua música como "de beber, blues e de amor".)

Valeu pela qualidade da música e dos músicos. 

Eu nunca tinha visto um contrabaixo acústico.

Nem um trompetista de jazz.

Nem um órgão desse tipo.

Ela cantou basicamente músicas novas.

Mas, mesmo assim, foi bacana.

Custou R$ 120, meia-entrada com um kilo de alimento.

Caro.

Mas, realmente, valeu.

Achei essa entrevista dela no Jô.

 

 

 



Escrito por José Rollemberg às 11h36
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




UM HOMEM SÉRIO

UM HOMEM SÉRIO

(A SERIOUS MAN - EUA - 2009)

Pense num filme chato!

Se você tem um inimigo, recomende.

Começa legal, a gente vê a analogia com a vida de Jó, o personagem bíblico.

Mas...

De repente, o filme entra numas de percorrer o universo da comunidade judaica norte-americana, nos anos, sei lá, 60.

Aí fica gradativamente enjoado, até chegar ao aborrecido, e, finalmente, insuportável.

Tem seu valor?

Hum...

A cena do encontro do protagonista com sua esposa e seu amante, talvez se salve.

A angústia inicial se perde no tédio.

É isso: o filme é tedioso.

Não dá pra acreditar que quem o fez foram os mesmos gênios de "Onde os Fracos Não Têm Vez".

Vida que segue.

 Abaixo, o trailer e a crítica de Isabela Boscov, da Veja.

 



Escrito por José Rollemberg às 10h47
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 



Meu perfil
BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, ASA SUL, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Livros, Música
Histórico
Outros sites
  Reinaldo Azevedo
  Blog do Maurício Gentil
  Corinthians - site oficial
  Jornal do Dia - Sergipe
  Constituição da República Federativa do Brasil
  Constituição do Estado de Sergipe
  Supremo Tribunal Federal em Debate
Votação
  Dê uma nota para meu blog